Mc Laren – PEAK https://fiestasports.online Mon, 20 Jul 2026 13:03:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.3 https://fiestasports.online/wp-content/uploads/2026/07/cropped-Borcelle-1-32x32.png Mc Laren – PEAK https://fiestasports.online 32 32 Reabastecimento na Fórmula 1: FIA estuda volta da prática com chegada dos motores V8 em 2031 https://fiestasports.online/reabastecimento-formula-1-fia-motores-v8-2031/ https://fiestasports.online/reabastecimento-formula-1-fia-motores-v8-2031/#respond Wed, 08 Jul 2026 13:08:45 +0000 https://fiestasports.online/?p=1911 FIA estuda volta do reabastecimento na Fórmula 1 junto com os motores V8 de 2031. Entenda o que disse Ben Sulayem e o que muda nas corridas.

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A Fórmula 1 pode estar prestes a reviver uma prática que sumiu das pistas há mais de 15 anos: o reabastecimento na Fórmula 1 durante as corridas. O presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, confirmou que a entidade está estudando o retorno da prática como parte do pacote de mudanças que prevê a chegada dos motores V8 na F1 a partir de 2031.

FIA e reabastecimento na Fórmula 1: o que disse Ben Sulayem

Durante o fim de semana do GP da Grã-Bretanha, Ben Sulayem revelou que a federação está avaliando o assunto com cautela, mas sem descartar a ideia. Segundo ele, o reabastecimento “não é um problema, se for feito da maneira certa” e a análise dos impactos técnicos, esportivos e de segurança já está em andamento como parte do novo regulamento F1 2031.

A discussão surge junto com outro grande tema: o possível fim das equipes clientes de motores, modelo que hoje deixa equipes menores dependentes das grandes fabricantes (Mercedes, Ferrari, Red Bull-Ford, Audi e Honda).

Por que o reabastecimento voltou ao radar da Fórmula 1

O motivo é simples: peso. A FIA quer que os carros da próxima geração cheguem a cerca de 700 kg, bem abaixo dos mais de 100 kg de combustível que os carros atuais carregam sozinhos, sem paradas para reabastecer.

O problema é que os futuros motores V8 F1 2031 aspirados, com uma parte elétrica bem menor que a atual, consomem mais combustível que os V6 híbridos de hoje. Sem o reabastecimento, os carros precisariam de tanques maiores o que anularia boa parte do ganho de peso que a FIA está buscando.

O que o reabastecimento pode mudar nas corridas de F1

Quem acompanha F1 há mais tempo lembra bem da era do reabastecimento, extinta em 2010: paradas mais estratégicas, corridas mais imprevisíveis e também mais risco — como o incêndio no carro de Jos Verstappen em 1994, um dos episódios mais lembrados da época.

Se a prática voltar, é provável que tenhamos:

  • Estratégias de corrida mais variadas e imprevisíveis
  • Carros mais leves e ágeis na largada
  • Boxes com estrutura extra de segurança e logística
  • Um tempero a mais nas disputas entre pilotos e equipes

Reabastecimento na F1: nem tudo é consenso

Apesar do discurso otimista de Ben Sulayem, equipes como a Audi já demonstraram preocupação com a proposta de reabastecimento na Fórmula 1. E há um contraponto ambiental: a volta da prática significa trazer de volta equipamentos e logística extra, algo que vai na direção contrária das metas de sustentabilidade que a própria F1 vem defendendo.

Por enquanto, nada está decidido sobre o regulamento F1 2031. A ideia do reabastecimento segue em estudo junto com o restante do pacote de mudanças, que também inclui os motores V8 e o fim das equipes clientes.

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O rumor que está pegando fogo na F1: Verstappen pode ir para a McLaren em 2027 https://fiestasports.online/o-rumor-que-esta-pegando-fogo-na-f1-verstappen-pode-ir-para-a-mclaren-em-2027/ https://fiestasports.online/o-rumor-que-esta-pegando-fogo-na-f1-verstappen-pode-ir-para-a-mclaren-em-2027/#comments Tue, 07 Jul 2026 20:40:13 +0000 https://staging-nicktesting.kinsta.cloud/travel/?p=933 Tudo ganhou força durante o GP da Áustria, quando surgiram informações de que a equipe de gerenciamento de Verstappen se reuniu com Zak Brown, CEO da McLaren, para o que foi descrito como "conversas preliminares" sobre um possível acordo.

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Se tem um assunto dominando o paddock da Fórmula 1 nas últimas semanas, é a possível saída de Max Verstappen do Red Bull rumo à McLaren. O que começou como um boato de bastidor virou manchete internacional, e nem a própria McLaren está negando categoricamente as conversas.

De onde surgiu o rumor

Tudo ganhou força durante o GP da Áustria, quando surgiram informações de que a equipe de gerenciamento de Verstappen se reuniu com Zak Brown, CEO da McLaren, para o que foi descrito como “conversas preliminares” sobre um possível acordo. A partir daí, veículos como Daily Mail, PlanetF1 e Sky Sports News passaram a tratar o assunto como algo cada vez mais sério, com fontes indicando que as negociações já estariam em estágio avançado.

Por que isso é possível agora

Verstappen tem contrato com o Red Bull até o fim de 2028, mas o acordo contém uma cláusula de saída que permite ao holandês deixar a equipe para 2027 caso ele esteja fora do top 2 do campeonato de pilotos em uma data específica de agosto, durante a pausa de verão da F1. Com a temporada 2026 conturbada para o tetracampeão, atualmente na sétima posição do campeonato, a 58 pontos do segundo colocado George Russell, tornou-se matematicamente impossível para Verstappen alcançar o top 2 antes do prazo, o que deixa a cláusula praticamente garantida para ser ativada.

oscar piastri mc laren

O efeito dominó com Piastri

Um dos rumores mais fortes que circulam é o de uma possível troca cruzada: Verstappen assumiria a vaga de Oscar Piastri na McLaren, enquanto o australiano seguiria o caminho inverso, indo para o Red Bull. Segundo o jornal De Telegraaf e outros veículos internacionais, Piastri ainda carregaria certo desconforto com o tratamento recebido da própria McLaren na temporada passada, quando teria sentido que a equipe priorizou Lando Norris na disputa pelo título.

O que McLaren e Red Bull dizem oficialmente

Questionado diretamente sobre o assunto, Zak Brown não descartou completamente a possibilidade, embora tenha reforçado publicamente que a equipe está “muito feliz” com a atual dupla formada por Lando Norris e Piastri: “Eu ficaria muito surpreso se o Lando ou o Oscar fossem para outro lugar, porque eles estão muito felizes.” Ainda assim, o dirigente evitou negar categoricamente qualquer conversa, dizendo apenas que “são rumores, sem conversas confirmadas”, uma resposta que, para boa parte da imprensa especializada, não fechou de fato a porta para o negócio.

Já Verstappen preferiu não se envolver diretamente no assunto quando questionado em Silverstone: “Não vou me envolver nisso.” Em outro momento, o próprio piloto foi ainda mais direto: “Eu já disse o que queria dizer antes. Se tiver algo novo, ou algo que mude, vocês vão saber por mim, não por alguém escrevendo sobre isso.”

Uma peça importante nesse quebra-cabeça

Um fator que alimenta ainda mais a especulação é a contratação de Gianpiero Lambiase, histórico engenheiro de corrida de Verstappen no Red Bull desde 2016, que já foi confirmado como reforço da McLaren a partir de 2028. Outros nomes importantes da era de ouro do Red Bull também já migraram para a equipe britânica nos últimos anos, incluindo Rob Marshall, atual diretor técnico da McLaren.

E a Mercedes, fica de fora dessa vez?

Vale lembrar que, historicamente, a Mercedes é a equipe mais associada aos rumores envolvendo Verstappen. Mas, dessa vez, o cenário mudou: a equipe alemã já garantiu a permanência de George Russell até 2027, através da ativação de uma opção automática em seu contrato, além de já ter Kimi Antonelli como seu grande projeto de longo prazo ao lado do próprio Russell. Isso deixou a McLaren como a alternativa mais concreta disponível no mercado para o holandês.

Um contraponto importante

Nem todos veem essa possível mudança como positiva para Verstappen. Parte da análise especializada aponta que a McLaren, sendo uma equipe cliente de motores Mercedes, pode representar um risco, especialmente em um momento no qual a própria unidade de potência da Mercedes vem enfrentando problemas de confiabilidade ao longo da temporada 2026.

Quando isso deve ser decidido

Segundo apurações, uma decisão do próprio Verstappen sobre seu futuro é esperada antes de outubro, prazo informal que circula no paddock. Já a possível confirmação oficial de qualquer acordo poderia acontecer durante a pausa de verão da F1, entre os Grandes Prêmios da Hungria e da Holanda.


E você, acha que Verstappen realmente vai deixar o Red Bull rumo à McLaren em 2027? Comenta aqui embaixo sua opinião sobre esse possível terremoto no mercado de pilotos e compartilha esse post com quem também acompanha de perto a Fórmula 1!

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FIA explica confusão que fez o GP da Inglaterra terminar sob safety car https://fiestasports.online/fia-explica-confusao-que-fez-o-gp-da-inglaterra-terminar-sob-safety-car/ https://fiestasports.online/fia-explica-confusao-que-fez-o-gp-da-inglaterra-terminar-sob-safety-car/#respond Mon, 06 Jul 2026 19:01:18 +0000 https://fiestasports.online/?p=1829 Tudo começou quando Max Verstappen sofreu um acidente e rodou na curva Stowe

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O final do GP da Inglaterra, disputado neste domingo (5) em Silverstone, deixou torcedores e equipes confusos, e a FIA precisou vir a público explicar o que realmente aconteceu. Depois de uma mensagem sugerir que a corrida teria uma última volta de disputa livre, o safety car simplesmente não voltou para os boxes, e Charles Leclerc cruzou a linha de chegada em ritmo reduzido, sem a esperada “corrida de uma volta só” que animava o público.

Como a confusão começou

Tudo começou quando Max Verstappen sofreu um acidente e rodou na curva Stowe, a seis voltas do fim, levando o safety car para a pista. Enquanto os marshals trabalhavam para retirar o carro do holandês da zona de brita, a direção de prova seguiu o procedimento padrão de liberar os carros retardatários para ultrapassarem o pelotão e se recolocarem na volta correta, o chamado “unlapping”.

O problema veio logo depois: na penúltima volta, o telão de tempos exibiu a mensagem “Safety Car In This Lap” (algo como “Safety Car recolhe nesta volta”), dando a entender que a corrida teria, sim, uma última volta livre para a disputa de posições. Só que, na hora H, o carro de segurança, guiado por Bernd Maylander, não entrou nos boxes e seguiu na pista até o fim, fazendo a corrida terminar sob safety car, para frustração geral dos fãs em Silverstone.

A explicação oficial da FIA

Em comunicado, a entidade esclareceu que o procedimento seguido pela direção de prova estava correto, mas a mensagem exibida no telão é que gerou a confusão: “O regulamento do período de safety car, Artigo B5.13.5, estabelece que uma volta completa deve ser cumprida após o procedimento de unlapping. Esse processo foi seguido pela Race Operations. A mensagem ‘Safety Car In This Lap’ foi exibida de forma equivocada devido a um erro de software.”

Na prática, isso significa que a volta necessária para completar o procedimento de unlapping acabou sendo justamente a última volta da corrida, o que impossibilitava qualquer disputa livre no fim, mesmo que a mensagem tenha sugerido o contrário.

Por que essa situação é tão sensível para a F1

O episódio ganhou atenção redobrada por lembrar diretamente o polêmico GP de Abu Dhabi de 2021, quando o então diretor de prova Michael Masi aplicou de forma incorreta o procedimento de safety car na última volta, permitindo que Max Verstappen ultrapassasse Lewis Hamilton e conquistasse o título mundial daquele ano. Foi justamente esse episódio que levou a FIA a reformular as regras sobre reinícios de corrida e o procedimento com carros retardatários.

Dessa vez, apesar da falha na comunicação, a entidade reforça que as regras foram aplicadas corretamente, evitando repetir o erro de 2021, mesmo que o resultado tenha sido um final visto como anticlimático pelos fãs.

A reação de pilotos e equipes

Toto Wolff, chefe da Mercedes e que viveu de perto a repercussão de Abu Dhabi 2021 (já que Hamilton era o piloto da equipe na época), fez questão de comentar a ironia da situação: “Eu preferia que isso tivesse acontecido em 2021! Mas isso é um espetáculo para o esporte, e não o contrário, então é bom que a FIA tenha agido assim.”

Já George Russell, que se beneficiou da forma como a corrida terminou ao herdar a segunda colocação, minimizou a polêmica: “Claro que é uma pena qualquer corrida terminar sob safety car. Mas, voltando a Abu Dhabi 2021, é assim que as corridas acontecem às vezes. Ninguém pode planejar um incidente, e a forma como a F1 e a FIA lidam com isso não deveria ser diferente no fim da corrida em comparação ao início.”

O próprio Leclerc, vencedor da prova, comentou publicamente que gostaria de um final “mais normal” de corrida, embora o resultado da vitória não tenha sido alterado.


E você, achou que a FIA agiu certo ao seguir o regulamento à risca mesmo com a confusão da mensagem, ou acha que os fãs mereciam uma última volta de disputa? Comenta aqui embaixo sua opinião e compartilha esse post com quem também ficou de cara com o final da corrida em Silverstone!

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