SF-26 – PEAK https://fiestasports.online Thu, 30 Jul 2026 21:25:06 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://fiestasports.online/wp-content/uploads/2026/07/cropped-Borcelle-1-32x32.png SF-26 – PEAK https://fiestasports.online 32 32 Hamilton na Ferrari: o que está acontecendo e o que esperar da pausa da Formula 1 https://fiestasports.online/hamilton-e-ferrari/ https://fiestasports.online/hamilton-e-ferrari/#respond Thu, 30 Jul 2026 21:23:27 +0000 https://fiestasports.online/?p=2039 Hamilton vive renascimento na Ferrari e projeta segunda metade ainda mais forte em 2026. Veja as melhorias no carro e o que esperar da pausa de verão.

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Depois do pior ano da carreira em 2025, Lewis Hamilton vive um momento de virada real na Ferrari. Com o GP da Hungria encerrando a primeira metade da temporada 2026, o heptacampeão britânico chega à pausa de verão na 2ª colocação do Mundial de Pilotos, e com um discurso de confiança que não se via desde sua chegada à equipe italiana.

Como está a temporada de Hamilton até aqui

Depois de 12 corridas disputadas, Hamilton ocupa a vice-liderança do campeonato, a 50 pontos do líder Kimi Antonelli, da Mercedes. O piloto já conquistou uma vitória na temporada, em Barcelona, e terminou todas as corridas disputadas entre os seis primeiros colocados, uma constância que contrasta fortemente com as dificuldades vividas ao longo de 2025.

O próprio Hamilton já havia classificado a temporada passada como um verdadeiro “pesadelo”, marcada por problemas recorrentes de adaptação, dificuldades com os freios do carro e resistência da equipe em validar suas sugestões técnicas. Neste ano, o cenário mudou: o piloto destaca uma relação de confiança mais próxima com a liderança da Ferrari, que passou a aceitar com mais frequência seus pedidos de ajuste no carro.

Hamilton

As melhorias que a Ferrari vem trazendo

Diferente de anos anteriores, em que a equipe costumava concentrar grandes pacotes de atualização em poucos momentos da temporada, a Ferrari tem adotado uma estratégia de evolução constante: segundo o próprio Hamilton, a equipe trouxe melhorias em praticamente todos os fins de semana de corrida ao longo da primeira metade do campeonato, um ritmo que ele credita como parte fundamental da recuperação de desempenho da SF-26.

Do ponto de vista aerodinâmico, a Ferrari já é considerada, pela própria imprensa especializada, um dos melhores carros do grid em 2026. O problema segue concentrado em outro lugar.

Hamilton atribui melhora na Ferrari ao abandono ao simulador.

Resumo GP da Hungria.

O ponto fraco que ainda não foi resolvido: o motor

Apesar da evolução geral do pacote, Hamilton reconhece que a unidade de potência da Ferrari segue alguns passos atrás das versões desenvolvidas por Mercedes e Red Bull, uma desvantagem sentida especialmente em pistas com retas longas. Segundo o próprio piloto, a contribuição possível de quem está no carro é limitada: cabe à fábrica, com base nos debriefings e nas sensações relatadas por Hamilton a cada fim de semana, ajustar a entrega de potência e a confiabilidade do motor. E, segundo ele mesmo reconhece, esse tipo de mudança “leva meses” para ser implementada com segurança.

Hamilton

O que Hamilton espera da segunda metade da temporada

Na última declaração antes da pausa, Hamilton reforçou uma tradição pessoal que já vem de seus anos de Mercedes: historicamente, a reta final de temporada costuma ser o período em que ele rende melhor. Segundo o piloto, a expectativa é que a segunda metade de 2026 seja ainda mais intensa para a equipe, com o ritmo de melhorias semanais devendo se manter mesmo após o retorno das atividades.

O panorama geral da primeira metade de 2026

Vale contextualizar o momento de Hamilton dentro do quadro geral do campeonato: a temporada foi marcada pela ascensão de Kimi Antonelli, estreante da Mercedes que assumiu a liderança isolada do Mundial, além da reação da McLaren, que começou o ano abaixo do esperado, após priorizar o desenvolvimento do carro de 2025 para garantir o título de Lando Norris, mas fechou a primeira metade da temporada embalada, com a vitória de Norris justamente na última corrida antes da pausa, na Hungria. Do lado oposto, a Aston Martin surge como a grande decepção do campeonato, mesmo após investimentos pesados nos últimos anos.

Classificação de pilotos na temporada 2026, Hamilton a 50 pontos do líder Antonelli.

O que vem por aí

Com a pausa de verão em andamento, a Fórmula 1 só retorna entre os dias 21 e 23 de agosto, no GP da Holanda, em Zandvoort, a primeira etapa da segunda metade do campeonato. Resta saber se a Ferrari conseguirá endereçar o problema do motor a tempo, e se Hamilton vai mesmo repetir, agora vestindo vermelho, a tradição de reta final forte que construiu ao longo de tantos anos de carreira.


E aí, você acredita que Hamilton pode brigar pelo título ainda em 2026 ou a distância para Antonelli já é grande demais? Deixa seu palpite nos comentários e continua no Blog pra acompanhar toda a cobertura da volta da Fórmula 1 em agosto!

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Hamilton vive retomada na Ferrari e credita virada a decisão de abandonar o simulador https://fiestasports.online/hamilton-retomada-ferrari-abandonou-simulador/ https://fiestasports.online/hamilton-retomada-ferrari-abandonou-simulador/#respond Sat, 18 Jul 2026 00:30:06 +0000 https://fiestasports.online/?p=1980 Hamilton vive retomada na Ferrari e revela que abandonar o simulador foi decisivo para a melhora de desempenho em 2026. Entenda a virada.

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Depois de uma temporada de estreia turbulenta pela Ferrari em 2025, Lewis Hamilton vive um momento de retomada na Fórmula 1 e, segundo o próprio piloto, boa parte dessa virada tem uma explicação inesperada: ele parou de usar o simulador da Ferrari como ferramenta de preparação. A declaração foi dada nesta quinta-feira (17), no fim de semana do GP da Bélgica, e reforça um discurso que o heptacampeão já vinha repetindo nas últimas semanas.

ferrari

O que Hamilton disse sobre o simulador

Questionado se havia voltado a usar o equipamento de Maranello desde o GP do Canadá, em maio, Hamilton foi direto: “Não”. Ao ser perguntado sobre o efeito dessa escolha em seu desempenho, o piloto resumiu em uma palavra: “Enorme”. Em outra entrevista concedida à imprensa especializada, ele foi ainda mais enfático: “Desde que parei de usar, meu desempenho melhorou muito, muito”.

Segundo Hamilton, a decisão nasceu da percepção de que a correlação entre os dados do simulador e o comportamento real do carro na pista não estava sendo precisa o suficiente para ajudá-lo a se adaptar à SF-26. O piloto reforçou que já viveu situação parecida em outros momentos da carreira, inclusive durante a passagem pela Mercedes: “Eles podem ser ferramentas muito poderosas, mas também podem induzir você ao erro.”

Os números por trás da retomada

A escolha por deixar o simulador de lado coincide exatamente com a melhora de resultados do britânico. Desde o GP do Canadá, Hamilton somou 96 pontos no campeonato, mais do que qualquer outro piloto do grid no período, à frente dos 79 de Kimi Antonelli, 74 de George Russell e 49 de Charles Leclerc, seu companheiro de equipe.

O retrospecto recente inclui um pódio no GP da China, em março, um segundo lugar de destaque no GP do Canadá e a vitória no GP de Barcelona-Catalunha, o primeiro triunfo de Hamilton em corrida principal desde que chegou à Ferrari. Atualmente, o heptacampeão ocupa a 3ª colocação do Mundial de Pilotos, com 147 pontos, atrás apenas de George Russell e do líder Andrea Kimi Antonelli.

Do pior ano da carreira à virada em 2026

O contraste com a temporada anterior é gritante. O próprio Hamilton já havia classificado 2025 como “a pior temporada” de sua carreira, marcada por dificuldades de adaptação, problemas recorrentes com os freios do carro e resistência da equipe em aceitar suas sugestões técnicas, cenário que chegou a gerar críticas públicas de ex-pilotos como Ralf Schumacher e um pedido direto do presidente da Ferrari, John Elkann, para que o britânico se concentrasse mais em pilotar e falasse menos.

Segundo o próprio Hamilton, o que mudou em 2026 vai além da questão do simulador: ele destaca uma relação de confiança mais próxima com a liderança da equipe, que passou a validar suas sugestões técnicas com mais frequência incluindo ajustes na suspensão dianteira e nos freios do carro, itens que o piloto já pedia desde 2025 e que só ganharam corpo na SF-26 deste ano.

O desafio que ainda resta: o motor da Ferrari

Apesar da melhora geral, Hamilton reconhece que ainda existe um ponto fraco evidente no pacote da Ferrari: a unidade de potência, que segue atrás das desenvolvidas por Mercedes e Red Bull, especialmente em pistas com retas longas. Segundo o piloto, esse tipo de correção tende a ser mais demorada, já que depende diretamente do desenvolvimento e da confiabilidade do motor, processo que, segundo ele, “leva meses” para amadurecer.

Essa preocupação ganha ainda mais peso no fim de semana do GP da Bélgica, disputado em Spa-Francorchamps, um circuito com cerca de 50% mais retas do que Silverstone, palco da vitória de Charles Leclerc na etapa anterior. Hamilton já projeta dificuldades: “Voltamos aqui sem saber muito bem o que esperar, exceto pelo fato de a pista ter muito mais retas.”

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